Trabalhadores buscam avanços para o CAISM Água Funda.
Ary Blinder e Paulo Spina
No fim de novembro, trabalhadores e usuários do CAISM Água Funda recebeu a notícia que este serviço fundamental para a cidade de São Paulo, não seria mais privatizado e fechado como anunciado anteriormente. Uma grande conquista da mobilização e organização dos trabalhadores e usuários. Mas a partir desta conquista todos nós queremos mais do serviço e mais de nós mesmos. Vimos de forma significativa à importância de uma participação direta na sociedade, colocando nossos sonhos, expectativas e pensamentos para o conjunto da sociedade.
Agora nosso sonho vai além da manutenção do serviço, queremos sim uma saúde mental de referência para todo estado, saúde mental além da suspensão de sintomas, saúde mental além de uma mera inclusão superficial. Queremos uma saúde mental com variados tipos de atendimento, que dialogue com o sujeito paciente e com suas angústias enquanto pessoa e que faça uma real inclusão nos variados aspectos da vida, seja o trabalho, o esporte, a arte, etc.
Para isso criamos o que estamos chamando de “O CAISM que pensamos”: um processo de discussão e reflexão com o conjunto dos trabalhadores aonde o fundamental, o objetivo principal, será a busca por pontos de convergência para uma saúde mental de ainda mais qualidade para o usuário.
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